Tribuna do Leitor

Generalidades parabellum


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O termo isolado foi utilizado para nominar o então novo calibre 9mm Parabellum, que substituiu o 7,65mm Luger, da pistola Luger P 08, criada em 1908 pelo sr. George Luger, que aprimorou o conceito inovador de Hugo Borchardt, com a pistola de mesmo nome. Lembre-mo-nos dos sinônimos para o calibre: 9mm Luger: 9mm Nato; 9mm Otan; 9x19mm etc. Note-se que o vocábulo compõe uma frase de Flavius Renatus Vegetius, estudioso da arte da guerra, estrategista de combate que hoje chamamos de oplólogo, datada do ano de 67 de nossa era que diz: “Si vis pacem parabellum” ou “Se queres a paz, prepare-se para a guerra”.

Interpretando-a de maneira adequada, vemos que, apesar de antiga, a afirmativa se mostra mais atual que nunca. Analisando nossa atual política de segurança pública, entendemos e aceitamos que é obrigação de todo cidadão desenvolver profundamente conhecimentos a respeito de estratégias de defesa e suas alternativas concernentes, então, “Se preparar para a guerra”, esperando aumentar suas chances de “Ter paz”.

Importantíssimo frisar que não se cita especificamente qualquer meio de defesa, já que esses meios “envolvem” juntamente com a civilização, ou seja, desde o fosso de crocodilos, pontes elevadiças e muralhas da antigüidade, até os sensores de presença por irradiação de calor, conferência de íris e impressões digitais com softwares avançados, com o intuito de esclarecimento busco desfazer os mitos que envolvem as armas de fogo, vistas por alguns, como como máquina de lançar projéteis, já que nada mais ela é, e o operador como cidadão que urge proteger seus entes queridos e seus bens materiais duramente conquistado, mas que sofre do mal terrível da ignorância, que o leva a fazer a escolha errada, para a sua realidade, em termos de meio de proteção. Falta-lhe cultura para discernir sobre a real eficácia de uma arma de fogo em sua residência, quando na maioria dos casos, seriam muito mais eficientes outras alternativas de defesa tais como: muro alto, cerca elétrica, grades nas janelas, alarmes, cães treinados, etc.

Com o propósito maior de legar às armas de fogo sua representatividade real, séria e honesta, surge a maior de todas as afirmativas: “Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas” (Maurilio Flávio Gamba - RG 22.199.411-7)

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