A média geral do Estado de São Paulo em 2002 foi de 15,04 óbitos em cada mil crianças, a menor já registrada. Isto representa que a taxa de mortalidade infantil caiu pela metade desde 1990, quando a média estadual alcançava 31,43.
Apesar da redução da mortalidade infantil, verificada em todas as regiões do Estado, ainda existem grandes diferenças regionais. A menor taxa foi registrada na região de São Carlos, com 7,99 óbitos para cada mil nascidos vivos, seguida de Votuporanga (10,52) e Fernandópolis (10,63). Já a região de Itapeva teve quociente de 24,94, mais de três vezes maior que a taxa de São Carlos. Santos (21,61), Tupã (20,36) e Lins (19,97) também tiveram quocientes altos.
Considerando-se as taxas de mortalidade por idade, também verifica-se grandes diferenças entre as regiões. As menores taxas neonatais foram registradas na região de São Carlos (4,50) e Votuporanga (6,64). Nas regiões de Lins, Tupã, Itapeva e Santos, entretanto, a mortalidade neonatal ultrapassa 15 óbitos em mil, sendo maior do que a média de mortalidade infantil total do Estado, 15,04.
As menores taxas de mortalidade pós-neonatal foram 1,64 óbitos por mil nascimentos nas regiões de Fernandópolis e 1,85 em Adamantina, enquanto Itapeva atingiu 8,90 por mil.