Fala de um amigo residente em um bairro classe econômica A, e que acompanhando as voltas que o mundo dá, teve de mudar com a família para uma vila classe C, devido problemas financeiros:
“Durante anos não fiz nenhuma amizade com vizinhos, por incrível que pareça. Em uma semana, nesse novo local, praticamente conheço o quarteirão todo. As pessoas são muito simples e transmitem muito calor humano.”
Escrito em adesivo na traseira de uma caminhonete, que me ultrapassou na Rodovia Anhangüera (SP), recentemente:
“Minha mulher sim; meu cachorro talvez; mas, minha pick-up jamais.” Duas situações que espelham influências do materialismo exacerbado sobre as pessoas, em tempos de muito individualismo.
Sabe-se que em período de grandes e rápidas transformações, como estamos vivenciando atualmente, não é fácil manter e ganhar dinheiro.
Consequentemente, os riscos ambiciosos e egoístas, com raras exceções, tendem a ficar totalmente sem tempo para os convívios social e familiar, e muito menos para a religião.
Com isso, afligem a si mesmos, se tornando pessoas frias e solitárias, muitas vezes sem perceberem.
Os menos favorecidos, de maneira geral, tem mais tempo para viver, trocam bondade como se fossem da mesma família.
Vivem de maneira mais humana e cristã, e encontram muito prazer em fazer amizades sem preconceitos.
Os ricos, por sua vez, cercados em muros altos, com medo, geralmente se ligam muito mais no que não tem vida.
São verdadeiros “teres” humanos, longe de serem seres humanos.
É uma pena. Perdem uma das riquezas principais da vida que é amar o que tem vida. Pense nisso!
Sugestão de melhoria
Aproxime-se dos companheiros de trabalho, principalmente nos momentos difíceis. Dividir dificuldades é uma forma para encontrar a solução. (Davison de Lucas - Diretor da M. Davison & Associados - www.mdavison.com.br)