Respondendo à carta do sr. Sérgio Eduardo Piva esclareço que o signatário foi flagrado em 6 de agosto de 2003, por volta das 22h50, por uma patrulha policial, transitando pela rua Bernardino de Campos, tendo, na ocasião, desobedecido o sinal semafórico existente no cruzamento com a rua Nilo Peçanha.
A patrulha policial acompanhou o infrator por cinco quarteirões com a sirene, giroflex e luz alta acionados, além da utilização de buzina e gestos, sinalizando de forma inequivocada para que o infrator parasse. Face à sua recusa, quando parou, foi vistoriado, tendo os policiais utilizado técnicas padronizadas na ação, visando verificar se o condutor do veículos estava de posse de arma irregular ou com objeto de ilícito. Nada foi encontrado que caracterizasse ilícito criminal, no entanto, ao transgressor da legalização de trânsito foi lavrada autuação por não observar o sinal semafórico e por não estar utilizando o cinto de segurança, fato observado quando da abordagem policial.
Na ocasião, os policiais permaneceram com suas armas na posição sul, cuja técnica é padronizada e utilizada por vários corpos policiais no mundo. Saliento que o cruzamento acima não é local de freqüentes roubos, como relatado pelo missivista, muito pelo contrário, pois no corrente ano não foi registrado sequer uma incidência desse delito.
Por fim, coloco-me à inteira disposição, de quem quer que seja, para conhecer o treinamento a que é submetido o policial militar desde sua formação, bem como, no dia a dia, podendo atestar, tratar-se de uma das organizações que mais despendem tempo para treinamento e qualificação de seus quadros.
Wellington Luiz Dorian Venezian - capitão PM, comandante da 3.ª Cia PM