O objetivo do anel viário de Bauru é dar opções para que o motorista não tenha que passar pelo Centro da cidadeao deslocar-se pelos bairros.
Poucas avenidas que compõem o projeto, que é meta da administração municipal, já existem. A maior parte ainda está no papel.
“São vetores de desenvolvimento para determinados setores e acabam criando um anel viário na cidade”, explica a secretária municipal de Planejamento, Maria Helena Rigitano.
“Às vezes, uma pequena obra interliga dois sistemas viários importantes. É o caso da ponte do Mary Dota. Ela faz uma ligação do Distrito, Redentor e Geisel com o Mary Dota sem necessariamente passar pela Rondon”, exemplifica a titular da pasta.
Nas ruas e avenidas da região central poucas alterações podem ser feitas, de acordo com Maria Helena. Seria necessário fazer desapropriações para ampliar as vias. As obras ficariam muito caras.
A Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) tem projetos prontos que dependem de disponibilidade orçamentária para ser executados.
Entre eles, estão a avenida Nações Unidas Norte; a duplicação da Elias Miguel Maluf; as alças dos viadutos da rodovia Marechal Rondon; as marginais das rodovias estaduais; o aumento do diâmetro da rotatória Primaz Shugiro Otaki; a ligação da rua Campos Salles com a avenida Daniel Pacífico e o Projeto Água Comprida.
Na opinião de Maria Helena, poucas melhorias foram feitas no sistema viário pelas administrações passadas. “Nós é que estamos fazendo agora a duplicação da Getúlio, a duplicação da Comendador José da Silva Martha, o trecho da Nações Unidas, a continuação da Nuno de Assis até o Mary Dota”, afirma.
A secretária admite que há defasagem no sistema viário, haja vista o aumento da frota de veículos em Bauru. “O tamanho da cidade cresceu e poucos investimentos foram feitos nessa área. O sistema viário é muito importante porque é através dele que as pessoas circulam”, enfatiza.