Mais uma vez, Bauru sedia uma Bienal do Livro. E quanta honra para nós, bauruenses, receber escritores do porte de Domingos Meirelles, Ignácio de Loyola Brandão, Pasquale Cipro Neto, Pedro Bandeira, Fernando Bonassi e tantos outros nomes importantes da cultura brasileira.
Uma oportunidade imperdível de ampliar conhecimento, enriquecer a bagagem cultural.
Já passei várias vezes pela Bienal do Livro, neste ano realizada na USC. E sempre acabo encontrando alguma nova pérola que deixei passar na ida anterior.
Tenho prazer em passear pelos estandes, parar para folhear um livro, encontrar numa prateleira aquele livro que já procurava há algum tempo. Bauru precisava disso. A cidade ainda está machucada pelos últimos acontecimentos políticos. E nada como um evento tão grandioso para aumentar a auto-estima dos bauruenses, que têm fome de saber.
Espero realmente que a Bienal do Livro se fixe em Bauru. Coisas boas não devem ir embora. E a cidade precisa lutar por isso. Hoje em dia, bagagem cultural é tudo.
Solange Buque