Na entrevista que fizemos com a Emília, ela nos contou que gosta muito de ter uma dona igual a Narizinho, “é a pessoa que eu mais gosto no Sítio do Pica-pau Amarelo, por ela ser minha dona”, diz a boneca. Também confessou que faz o Visconde de Sabugosa de burro de carga, mas só quando ele merece.
A Emília acha que fala pouco, por isso, acredita que é um absurdo o doutor Caramujo lhe dar apenas uma pílula para que possa sair tagarelando por aí.
Sobre seu casamento, Emília relatou que só se casou com o Rabicó por escolha de Narizinho, mas lembra que Pedrinho também ajudou, “por isso, fiquei conhecida como a Marquesa de Rabicó”, conta a boneca.
Tia Anastácia fez a roupa da Emília com sua saia velha e ela acha isso uma injustiça, afinal, merecia um traje novo e não feito com remendos. “Eu adoro comer os bolinhos de chuva da Tia Anastácia, mesmo quando está sol”, diz a boneca.
A Emília participou da 2.a Bienal do Livro de Bauru desde o primeiro dia e fez amizade com todos, e ela diz: “sou muito amiga do Visconde porque é legal ter amigos. Vim com ele nessa Bienal porque, em um evento como esse, precisa ter a alegria da Emília e a sapiência do Visconde”.
Disse também que o lugar que ela achou mais legal foi o “Cantinho do JC Criança” e adorou participar, através da Secretaria da Cultura de Bauru, pois sem ela eu não estaria aqui. Para ela é interessante ter repórteres - mirins nessa Bienal: “Porque, com isso, as crianças aprendem mais”, disse Emília. Ela adorou dar esta entrevista.
Repórteres-mirins: Rosangela Cristina Diegoli e Mariana Beatriz Rodrigues Martins