O presidente Lula mais uma vez soube articular seus propósitos com os presentes econômicos assinados em Cuba. A suavização do pagamento da dívida cubana proporciona novas conquistas ao país, já que esta dívida esta sendo negociada com produtos industrializados cubanos. Esta lista engloba medicamentos, entre outros. O Partido dos Trabalhadores está abrangendo seus domínios perante o mundo e com isso consegue dominar áreas barradas pelo protecionismo norte-americano.
Um fato relevante foi a quebra do protocolo por Fidel Castro ao receber o presidente Lula. Esta imagem demonstrou toda confiança que o ditador cubano tem com o presidente brasileiro. Além do mais, esta cena tornou-se um marco na história, isto é, o Brasil supera o exílio propiciado pelo EUA e principalmente articula para tentar dominar o setor de álcool combustível.
Estes acordos remetem a uma reflexão. O que o ex-presidente do Brasil, FHC, fez em seu mandato em relação aos países subdesenvolvidos. Suas viagens foram a passeio, ou melhor, a turismo. Hoje o país consegue falar NÃO aos EUA. Não sabemos até quando isto vai durar, mas esta política voltada ao mercado brasileiro emite novas aquisições, ou seja, o país desenvolve uma política do “fala pouco†e com isso tem o privilégio de dar presentes econômicos. Portanto, que este momento possa dinamizar a economia, fazendo com que as classes pobres possam receber presentes como: a diminuição da taxa de desemprego, aniquilar a desigualdade social e a tão sonhada reforma agrária. (Silvio Cesar dos Santos - RG 33.568.885-8)