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Rotary inicia intercâmbio familiar

Rose Araujo
| Tempo de leitura: 2 min

Um grupo de 15 pessoas proveniente do norte dos Estados Unidos e sul do Canadá chegou ontem de madrugada a Bauru para realizar, pela primeira vez, um intercâmbio familiar através do Rotary Club. Eles vão ficar até amanhã na cidade, visitando pontos turísticos e conhecendo o trabalho desenvolvido pela entidade em Bauru. “A idéia é que eles vejam a vida como ela é, ou seja, que conheçam a realidade do País”, explica Alonso Campoi, um dos rotarianos que está recepcionando os visitantes.

De acordo com ele, a impressão que os americanos e canadenses vão levar dessa visita poderá abrir as portas para novos contatos e investimentos no País. “Vamos mostrar os projetos sociais do Rotary para que eles possam conhecer o trabalho e, quem sabe, ajudar a desenvolver novas práticas nesse setor”, explica Campoi.

Esse tipo de troca de ação comunitária ocorre da seguinte maneira: o grupo apresenta uma idéia (por exemplo, a reforma de uma creche) aos demais membros do Rotary. Se ela for aprovada, este segmento do clube social contribui com um terço do valor total do projeto.

O restante vem da Fundação Rotária e de um grupo do Exterior, que patrocina a ação. “Aqui em Bauru, temos como exemplo a horta do aeroporto, que foi feita dessa maneira pelo Rotary Club Aeroporto”, salienta Eudes Nóbrega, um dos membros do Rotary.

O grupo de intercambista é formado por cinco casais e cinco solteiros, todos eles integrantes do clube social de seus respectivos países.

Segundo Artur Gonzales Lacerda, outro rotariano que está acompanhando o intercâmbio, os visitantes vão passar por cinco cidades em 15 dias, permanecendo três dias em cada localidade. “Eles vão conhecer, ainda, Assis, Presidente Prudente, Osvaldo Cruz e Marília”, destaca.

Nesses locais, eles ficarão hospedados em casas de famílias que fazem parte do Rotary. “A idéia é fomentar a amizade entre os povos”, salienta Eudes Nóbrega, membro do Rotary.

Em setembro do ano que vem, será a vez dos rotarianos brasileiros viajarem para outro país, realizando esse intercâmbio. “A nossa meta é receber, a cada dois ou três meses, um grupo de diferentes partes do mundo”, explica Campoi.

Ele diz que já tem contato com pessoas da Alemanha, do Japão, da Austrália e da Holanda, que deverão realizar esse intercâmbio no próximo ano.

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