Em tempos remotos, brandiam cavaleiros medievais, suas espadas aos céus com a finalidade de honrarem sua palavra. Suor, honra e glória. As batalhas, mesmo que sangrentas, se prometidas, aconteciam.
Mas parece-me que, afinal, os Tempos Modernos de Chaplin chegaram e tal século não delega verdadeiros poderes à palavra. Tal questionamento faz-me lembrar de promessas que fariam das salas de Bauru cinemas de verdade. Talvez Amnesia tenha chegado antes às locadoras...
Tenho a certeza de que uma explicação há. Se tão explícita foi a promessa, visivelmente, também, deveria se mostrar o porquê do não cumprimento da mesma. Ai que saudades dos bardos e da palavra que era contrato. Talvez os tempos, naquele século, não se limitassem a um lendário calendário.
Juliana Andreotti Damante - RG.: 43.577.184