Tribuna do Leitor

Polícia Militar sob ataque


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A miséria e a injustiça social são fatores relevantes para o alto índice de criminalidade. No entanto, ninguém pode usar o quesito pobreza como muleta psicológica para a acomodação ou prática de crimes. Pelo contrário, a melhor forma de confrontar um sistema social injusto é apontar suas mazelas, iniqüidades, falcatruas e parcialidades. O ataque de facções criminosas contra a corporação da Polícia Militar é inadmissível e coloca em xeque perigosamente o estado de direito democrático da nossa nação por mais defeitos que ele tenha. As esferas federal e estadual devem tomar medidas duras contra estas facções criminosas. Oras, se estão atacando as autoridades constituídas, pobres de nós enquanto população. Vou além do mais, em continuando esta situação não se pode descartar a decretação de um estado de sítio com o auxílio das forças armadas nas ruas.

Se um dia eu chegar à conclusão que todas as oportunidades sociais cessaram, com certeza irei para o movimento dos sem-terra, sem-teto, ou outros. E em última hipótese formaria células e partiria para a revolução, nunca partiria para o crime, por isso que jamais podemos admitir ou ter o mínimo de simpatia com a união de criminosos contra as instituições. Todos os movimentos, partidos políticos e afins devem se solidarizar com a Polícia Militar. Não só a corporação está em jogo e sim a democracia. PS - O artigo 21, parágrafo único, da Lei Orgânica do Município de Bauru, diz que: “Qualquer componente da mesa diretora da Câmara Municipal poderá ser destituído ou cassado quando omisso ou por improbidade administrativa”. E agora, pergunto: qual foi a iniciativa dos vereadores da mesa da Câmara no tocante às graves denúncias feitas pelos sete promotores de Justiça de Bauru, no caso das viagens? (Pedro Valentim - RG 19.198.011-0)

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