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Férias: tempo para aprender um idioma

Luly Zonta
| Tempo de leitura: 3 min

Aproveitar o intervalo entre um ano e outro para reciclar ou aprender coisas novas. Quem adiou durante todo o ano as aulas de inglês, espanhol, e outros idiomas não deve perder a chance de procurar uma escola, que geralmente oferece cursos intensivos de férias, ou mesmo um intercâmbio.

Aliás, o convívio em um outro país, com outra cultura pode ser uma alternativa para os jovens que vão ingressar na faculdade ou no mercado de trabalho. Além de afiar a língua no idioma, um intercâmbio acaba sempre sendo um curso intensivo de convivência e superação: quesitos indispensáveis para o sucesso profissional.

Geralmente, as empresas e instituições que promovem intercâmbio oferecem cursos que vão de três semanas a um ano e podem participar jovens e adultos com idade entre 14 e 28 anos, dependendo do programa escolhido.

Além dos cursos de férias, é possível também trabalhar enquanto se aprende num programa de trabalho para universitários, que também são realizados em outros países no período de recesso escolar brasileiros. Nestes casos, é preciso estar cursando uma universidade, ter entre 18 e 28 anos e falar inglês em nível intermediário.

Agora, quem quer uma temporada para concluir o colegial ou ensino médio no exterior precisa ter sido bom aluno, pois as médias e as reprovações pesam no currículo.

Mas o desafio de superar dificuldades é compensador segundo os bauruenses que foram buscar conhecimento fora do País este ano, através de um empresa especializada em intercâmbio cultural, educacional e programas de trabalho.

Confira os depoimentos:

“Meus oito meses de intercâmbio nos Estados Unidos foram ótimos. Com cinco horas diárias de aula de inglês , pude falar e entender a língua cada dia mais rápido, me dando a capacidade de interagir e de desfrutar da cultura americana... No próximo ano vou iniciar meus estudos em uma universidade e dar inicio a um programa de estágio em uma empresa americana.” (Alexandre Cortez)

“Ir estudar nos Estados Unidos foi uma coisa que eu sempre quis fazer, e aprendi que para essa experiência ser ótima e inesquecível, tudo depende de você mesmo. O conselho que eu dou para quem está indo é que nunca desanime, seja otimista e aceite a mudança, você tem é que se acostumar, para uns é mais difícil, para outros, é muito fácil! Ganhei uma segunda família e novos amigos que valem mais que ouro! Faz quase seis meses que voltei, e nós conversamos muito ainda, mantemos contato, e pretendo voltar um dia! Mal vejo a hora!” (Lígia Castiglioni)

“Minha estada em Oxnard foi muito proveitosa, pois tive a oportunidade de praticar meu inglês com os demais estudantes daquela escola e com a minha hostfamily. É uma pena que foram somente três semanas.” (Marilda Cantarin Gonzalez)

“Fiquei seis meses na Nova Zelândia, um lugarzinho no meio do mar que muita gente nem sabe onde fica. Adorei o país, que é bem diferente do Brasil. Foi muito bom conhecer uma nova cultura através de um intercâmbio, vivendo quase como uma neozelandesa, morando com uma família de lá, que, apesar de todos os problemas que tive, fez com que eu não desistisse no meio do caminho. Apesar de aprender inglês geralmente ser a principal razão de ir estudar no exterior, um intercâmbio é muito mais do que uma escola de inglês.” (Priscila F. Barban)

“O intercâmbio para mim foi uma experiência muito boa, aprendi muito sobre a cultura americana e inglês. Logo que cheguei, não falava muito inglês. Também, mesmo aí no Brasil eu não falava muito com as pessoas. Mas agora converso, brinco, conto piada. Esse tipo de aventura é muito bom em todos os aspectos, a gente cresce muito e aprende a trabalhar no presente construindo o futuro.” (Ricardo Fernandes)

“No final do ano passado, me formei em administração com habilitação em comércio Exterior. Com o mundo cada vez mais globalizado, o comércio exterior é de uma importância vital para qualquer País que pretenda atingir o desenvolvimento. O idioma inglês, na globalização, é o mais importante e esta foi a razão pela qual resolvi complementar meus estudos nos Estados Unidos, com a intenção de ir para uma boa universidade e fazer pós-graduação na minha área.” (Roberto Negraes de Almeida Campos)

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