O mercado começa a perceber que o sonho do noivos existe e que ele é tão importante quanto a noiva no grande dia. Afinal, os jovens noivos percebem que um noivo elegante demonstra muito mais do que ele mesmo pode imaginar, num cenário social e profissional que se mistura no dia do casamento. O traje escolhido vai ficar registrado em fotos e filmes, uma recordação vai acompanhá-lo pelo resto de sua vida.
Mais do que nunca, o ofício da alfaiataria de qualidade e a confecção de peças sob medida ditam as regras da moda nos casamentos. Uma peça sob medida tem um caimento perfeito. No caso dos padrinhos, a opção mais acessível será a locação. O noivo poderá optar pelo primeiro aluguel.
Com a ajuda da tecnologia, tecidos, aviamentos, texturas, cores e bordados são recriados em função das necessidades de cada noiva. Trabalhados a mão ou a máquina, os fios de algodão, de linho ou de seda se entrelaçam formando infinitas tramas de renda, um recurso de glamour e de nostalgia.
O terno bem cortado, com 90% dos fios de lã na composição, aliado à gravata de seda e à camisa em tons próximos ao do paletó garantem elegância ao noivo.
Na moda a caminho do altar não há predominância de decotes ou efeitos. Para Carlos Tufvesson, o termo tendência perdeu espaço no mundo globalizado.
“O que vale é a liberdade de criação do estilista. Os decotes são os mesmos de 30, 40 ou 50 anos atrás. O diferencial está no cuidado com a matéria-prima, no tratamento dado à cliente, na pesquisa de tecidos, na customização”, diz.
Autor do modelo de zibelina com blusa de renda guipure bordada de micropérolas, George Moreira acredita no glamour da moda clássica e nostálgica. “As mangas compridas e vazadas caíram no gosto das clientes.”