Ao chegar ao meu conhecimento a notícia da liberação de casamentos entre homossexuais em Massachusets-EUA, levou-me a analisar as diversas reações que se alternaram entre o conformismo contra a indignação, a aceitação contra a rejeição, crendo que este fato certamente abrira um precedente incentivador, para que em outras partes do mundo, inclusive no Brasil, as autoridades sejam pressionadas pelos movimentos gays a adotarem os mesmos procedimentos que concretizem a prática destes “casamentos ilícitos”.
Não é minha intenção neste breve comentário, exercer arbitrário juízo em relação a esta ou aquela classe social, pois bem sei que com a medida que julgar serei julgado, e Deus é o único juiz apto para isto, pois julga com retidão, não vendo o homem segundo sua aparência, mas é conhecedor de todos os corações.
O mesmo Deus que criou o céu, a terra e tudo o que neles existe, criou também o homem e a mulher, macho e fêmea os fez, conforme sua imagem e semelhança, e os abençoou dizendo-lhes: “Sede fecundos e multiplicai-vos”, ordenando-lhes regras de conduta ética e moral, visando vida abundante e felicidade eterna para toda sua criação.
Disse Deus: “Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação”, quem ditou esta regra foi o mesmo Deus criador que fez homem e mulher, seres sexualmente distintos, mas igualmente amados, nota-se que Deus ama o pecador, mas reprova a prática do pecado.
Mulher não fecunda mulher, nem homem fecunda homem, e quanto a este relacionamento homogêneo, Deus declara ser “paixões infames”: porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza (lesbianismo), semelhantemente, os homens também deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade (homossexuais), e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro - Romanos 1-24, 27.
Onde estão os inconformados com este mundo? Onde está a noiva do Senhor, e os filhos de Deus com todos seus atalaias? O mundo espera com grande expectativa a manifestação deles. Até quando continuarão optando por um evangelho light, amigo do “fique”, enquanto seu semelhante vai perecendo, pois ninguém teve a coragem de lhes falar que o salário do pecado é a morte.
Não podemos nos isentar de nossa grande responsabilidade na escolha de nossos representantes políticos, pois ser membro de uma entidade: religiosa, social ou filantrópica, nunca foi e nunca será o principal requisito para se exercer com seriedade, honestidade e temor a Deus um cargo público.
As Sodomas e Gomorras do século XXI, já estão emergindo por todo o planeta, destinadas a provarem do cálice da ira de Deus. O casamento entre um homem e uma mulher, é único, genuíno, inimitável, fora disto é imitação grotesca, ilícita, degradando a cada dia, a mais antiga instituição criada por Deus no mundo.
Luiz Eduardo Marciano - RG 10.969.422-3