Sobre a possível ampliação do tempo de concessão das empresas de ônibus TUA e Baurutrans em troca da eliminação da dívida municipal com as mesmas, acho que não deveria ocorrer isso, pois as permissionárias que neste tempo operam em Bauru quase não renovaram a frota. E isto está no fato de, creio eu, pertencerem à mesma holding; então não há uma certa “concorrência” entre elas para ver quem coloca ônibus melhores do que a outra, no objetivo de pegar mais passageiros.
Elas deveriam cumprir as suas concessões até a data estabelecida em contrato, sem prorrogações; assim, daria oportunidade a outras empresas que tenham o intuito de investir em qualidade no transporte coletivo de Bauru, adquirindo ônibus com motor traseiro, ar-condicionado, piso baixo etc; e, claro, com o iniciativa da administração municipal, como está ocorrendo na cidade de São Paulo, em que houve até aumento no número de passageiros, caso contrário de Bauru.
Rafael dos Santos - estudante da Unesp - RG 44.001.674-5