Nestes Jogos Olímpicos, em Atenas (Grécia), a maior competição esportiva que reúne numa mesma Vila Olímpica 202 países diferentes no idioma, na raça, no credo, na cultura e no poder pela conquista mais sagrada da humanidade... a paz... Numa luta constante pelo brilho mais forte do ouro olímpico há mais de um século, seja nas modalidades coletivas ou individuais. Independentemente de ser masculino ou feminino, o que prevalece é a conquista, a quebra dos recordes (o ser humano quebrando o limite de seu próprio limite), como uma semente que, da infância no investimento técnico e educacional, os frutos são colhidos nos objetivos alcançados de ser o melhor entre os melhores. Uma batalha pessoal que invade a superação de seu desejo de participar pela glória do esporte e na imagem de seu país.
São vitórias, recordes ou simplesmente uma participação. É a mesma esperança da medalha ou apenas de uma foto. Tudo que um verdadeiro atleta deseja em seu currículo é ter participado dos Jogos Olímpicos, cravando seu nome na batalha mais linda e emocionante da confraternização dos povos. Uma fantástica e espetacular lição aos poderosos governantes, onde a paz e a união são respeitadas pelo poder da mente e dos músculos dos atletas nas modalidades e não conquistadas pelo poder.
Nesta luta silenciosa, nas noites dos atletas que vão se aproximando das finais de cada modalidade, só a mente brilha na expectativa dos segundos finais de alcançar a conquista e ver nos olhos dos adversários a frieza da nova oportunidade só daqui a quatro longos anos... mas eles continuarão a batalha!
Para nós, torcedores das poltronas, ansiar pelas conquistas de nossos atletas, pelo esforço na busca heróica das medalhas ou pela representação da pátria é saber que, nesta emoção gigantesca, para quem gosta de esporte, que não existirá a exclusividade nas transmissões das diversas modalidades, como há no futebol. Isso torna o esporte mais e mais fantástico.
Antonio Donizete Ribeiro de Campos - RG 9.282.898