O segredo dos doces fabricados em Borebi é a qualidade da matéria-prima e a receita que só eles detém, diz Fábio Luciano Góes. “Nosso doce é artesanal. Trabalhamos com um sistema de higiene rigoroso e embalagens individuais que evitam a contaminação nos potes.”
O coco utilizado nas receitas da fábrica são adquiridos de uma distribuidora de Bauru. “São 2 mil e 100 quilos a cada dois dias. Neste período são usados 150 dúzias de ovos.”
O açúcar é comprado em São Manuel e Barra-Bonita, de duas usinas. O amendoim chega de Boracéia.
Para fazer os doces, todos os funcionários usam luvas, capuz e máscaras. Na fábrica, apesar de todo o açúcar utilizado na confecção dos doces, não há uma só mosca, tudo é muito bem cuidado. Todas as portas têm telas.”
Exclusividade
Fábio Luciano Góes garante que a fábrica tem três tipos de doces exclusivos. “São os mais vendidos e os mais procurados. Fabricamos torrone e somos os únicos do Estado de São Paulo. A cocada assada e o doce de leite com coco também são exclusividades nossa.”
De acordo com ele, no Brasil há três fabricantes de torrone. “Nós somos um deles. A receita é italiana e exige uma máquina importada que só nós temos.”
O segredo da cocada assada, também não é revelada pelo gerente de produção, que diz apenas que a embalagem individual ajuda o produto a não ficar seco. “A cocada fica assada por for, mas não perde a umidade interna.”