Consta no livro “Sertão Noroesteâ€, transcrito de um artigo de Lellis Vieira, num jornal local, no transcorrer da eleição de 1924:
“Havia quantidade de votantes, cada um com seu título, verdadeiro, authêntico, solenne, mas havia também outros cujos títulos não lhes pertenciam e se achavam ensaiados pelo chefe: - Você é Fulano, mas quando chamarem Beltrano, é você quem responda: entra, assigna o livro e vota. Caminhava tudo bem... mas o fiscal deu pela chimica, mas aguardava um caso escandaloso de sujeito conhecido, para fazer a “entradaâ€. E veio logo o caso.
Gritava o mezario: - Benedicto Paulo da Costa!
Sono io, respondeu um napolitano vendedor de fructas chamado Giuseppe que se encaminhou para a urna com a cedula e o titulo.
O fiscal não se conteve: - Você é o Benedicto? - No, io soo Giuseppe, má o coronelo a deto que hoje sono Benedeto Baulo da Gosta!â€
A história é relatada por Irineu de Azevedo Bastos, filho do ex-prefeito Irineu Bastos