Esportes

Torcedores elogiam com 'pés no chão'

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

Quem se dispôs a enfrentar o calor da Panela para acompanhar a partida de ontem, além de rever velhos conhecidos, como Raul, Marcel, Atílio e Zezinho, pôde conferir de perto as boas performances de Amapá, Farofa e de André. Mas o que a torcida achou e o que espera do renovado basquete de Bauru? A resposta é que os torcedores gostaram do que viram, mas sabem das dificuldades que o time deve enfrentar para alçar vôos mais altos no campeonato.

É o caso da funcionária municipal Nanci Bernardino, que acompanhava o jogo com as filhas Beatriz e Letícia. “Vim prestigiar e estou adorando. Acho muito importante o basquete voltar. Fez falta nesse tempo em que ficou parado. (A volta) é um incentivo para Bauru que quase não tem nada em termos de esporte”, disse.

Outro que estava na Panela com os filhos (Brenda e Marcus Vinícius) era o empresário Milton Minei. “Esse recomeço depois dessa paralisação de um ano é muito significativo para a gente que apóia o basquete. Pela própria juventude é muito interessante, para Bauru e para a molecada que estamos vendo aí em quadra.”

Minei aprovou o time. “É o primeiro jogo (em casa). Estou gostando muito do que estou vendo. Uma evolução muito grande do Marcel, do Atílio e do Zezinho. O Raul pela experiência e o Farofa e o Amapá, duas peças muito importantes. Além do pivô (André), que deu dois tocos aí...”

Já Juraci Araújo, que aproveitava o calor para vender água na Panela, aprovou o retorno do time também por questões financeiras. “É bom. Além de gostar de basquete, eu já ganho um dinheirinho extra. Venho trabalhar e acompanho. É um time novo, com base de molecada, mas acredito que vai longe ainda.”

Para Hiroshi Tsumura o jogo foi ocasião para fazer um programa em família. Assistia à partida com a esposa Nieko, a filha Márcia, a neta Nívea e a amiga da filha, Liegi. “Todos os jogos estaremos aqui com a família. É com grande alegria, pois estávamos com saudade. Minha neta, esposa, filha e até filhos que vêm de São Paulo vão assisitir jogos aqui. Acho que a equipe vai passar para a outra fase, depois vai ser mais difícil.”

Já a pequena Clara Ribeiro, de oito anos, estava empolgada com o time. “Acho que pode ser campeão, se continuar assim.”

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