O grande Higienópolis - assim como o defino - é limitado pelas avenidas Rodrigues Alves, Duque de Caxias e Nações Unidas e pela rodovia Marechal Rondon. Nesse “quadrilátero” urbano, além das residências, há muitas empresas.
Pagamos IPTU. Pagamos IPVA (dos quais cerca de 50% repassados aos cofres municipais) e ICMS (sobre o consumo de alimentos, vestuário, eletricidade, telefone, etc, dos quais 25% também são repassados aos cofres municipais pelo Fundo de Participação dos Municípios). Tudo isso gera um montante de não sei quantos milhões de reais todos os anos. E o que foi transformado em benefícios (retorno) para nós? Pouco. Nós, moradores desta região, sentimo-nos abandonados pela administração pública municipal. Problemas de toda a ordem. Buracos nas ruas, asfalto se deteriorando por causa da má conservação e ondulações de todo tipo. A Praça Luiz Zuiani está em péssimo estado de conservação. Do centro dela foram arrancados os ladrilhos e não foram repostos. Restam agora só terra e entulhos. Os bancos necessitam de nova pintura. Na rua Capitão João Antônio, quadra sete, ao lado do Sindicato do Comércio Varejista, e embaixo do viaduto da Duque de Caxias, duas “pracinhas” (canteiros) também estão abandonadas.
No viaduto da Rodrigues sobre a Rondon (embaixo) há um espaço que poderia ser ocupado por um posto policial ou de paramédicos ou ainda por um estabelecimento comercial, mas está jogado às traças. Ou façam alguma coisa ali ou fecham o local. Por fim, na rodovia Marechal Rondon, o que deveria ser uma canaleta para dar vazão às águas pluviais serve para escorrer o esgoto. Precisamos urgentemente tomar atitudes para mudar essa realidade.
José Carlos Felix de Abreu - RG 9.914.647