Quando se fala em Foz do Iguaçu, a primeira imagem que vem à cabeça é das cataratas jorrando milhões de litros d’água. Cenário digno de muitos filmes que, para felicidade geral, é melhor visto do lado brasileiro.
Os “hermanos” argentinos fazem a maior publicidade das quedas d’água quando os turistas lá chegam, mas Deus provou na tríplice fronteira que é mesmo brasileiro, tornando a cena muito mais bela do nosso lado. Ou seja, se o número de quedas no lado argentino impressiona, com os turistas tendo um contato assombroso com várias cachoeiras, o Brasil é que lucra com isso por conta da visão do conjunto que aqui se torna fenomenal.
Tanto assim que a cada ano cresce o número de turistas que visita a cidade brasileira aproveitando a “descida” para fazer compras em Ciudad del Este, no Paraguai, e Puerto Iguazú, na Argentina. A maioria estrangeiros, entre eles os japoneses, que fica enlouquecidos com o espetáculo das águas: tanto das cataratas quanto da colossal Hidrelétrica de Itaipu.
E com todo aquele paraíso tropical cercado de matas nativas onde convive e procria, sem interferências do homem, uma infinidade de animais preservados pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama).