Regional

Solidariedade e confiança marcam as cidades da região

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 2 min

O trânsito e as construções são as principais fontes de ruído na cidade de São Paulo, revela um estudo feito pela Informe Geo Cidade de São Paulo, um mapeamento inédito, fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

O estudo coloca a Capital entre as mais barulhentas do mundo, ocupando a quara colocação no ranking, perdendo apenas para Tóquio, Nova York e São Francisco.

Nos 75 pontos pesquisados na Capital e região metropolitana, a média de decibéis ficou acima dos 50 recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para quem o barulho é sinônimo de desconforto, o Interior é uma ótima opção. Ao invés de ouvir barulho de carros e construções, os moradores ouvem o canto dos pássaros, sinônimo de qualidade de vida.

Nessas cidades, o relacionamento humano é mais importante do que a busca desenfreada pelo ter. Na região de Bauru há várias cidades que apresentam essas características.

Em Alvinlândia (90 quilômetros a oeste de Bauru), as ruas são largas e pavimentadas, mas o trânsito de veículos motorizados é pequeno. No município, os principais veículos de locomoção são o cavalo, carroça e bicicleta.

Os moradores do pequeno município são solidários e se ajudam entre si. A segurança é máxima, porque todos se conhecem e sabem quando algum ‘estranho’ está na cidade.

Em Fernão (50 quilômetros a oeste de Bauru), o relacionamento pessoal entre os moradores é incentivado pela administração municipal que oferece, gratuitamente, café da manhã. Período em que muitos se encontram e podem travar uma boa conversa.

Na cidade de Lucianópolis (56 quilômetros a sudeste de Bauru) o respeito entre os moradores reforça o relacionamento. Lá é possível deixar roupas estendidas na grade da frente da casa que ninguém mexe. A vida simples, permite que os moradores conversem após o almoço e no início da noite.

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