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Caminhada importante


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Os bauruenses estarão amanhecendo amanhã fazendo caminhadas em artérias planas, íngremes e de outros tipos. Não serão, porém, caminhadas destinadas a movimentar os músculos das pernas, nem as artérias coronárias, aconselhadas por clínicos ou cirurgiões. Serão, isto sim, em função do segundo turno das eleições constitucionais, determinado expressamente pela Justiça Eleitoral. Então, passarão chaves nas suas portas e portões e tomarão o rumo dos prédios onde estarão à espera de cada um - adultos e jovens de ambos os sexos - as urnas coletoras de votos, calmas e sorridentes, confiantes no espírito dos votantes. O que leva o eleitorado nas algibeiras dos coletes ou nos bolsos de seus paletós? Somente seus documentos eleitorais? Geralmente não, porque o fazem levando também outros e, rotineiramente, papeletas com os nomes e números de cada um, para que não os esqueça no momento de votar. Prevenir é dever de todos para evitar engano, na hora do “vamos ver”, quem será o selecionado pelo votante, baseado na plataforma difundida no primeiro turno pelos que se propõem a governar o município, nisso utilizando sua inteligência, sua competência, seu desvelo e, como não, a sua cidadania, impulsionada por seu amor à terra em que nasceu ou o abriga e que, por isso, vai exigir mais de sua energia, além de toda a sua simpatia. Será, então, um 31 de outubro sumamente importante não só para a cidade como para a sua população e seu novo prefeito, do que resulta a alta significação do pleito em foco. São apenas dois candidatos, ambos iluminados e, portanto, a eleição de um deles tem de ser efetuada corretamente, sem perigo de que o “tiro saia pela culatra” e Bauru venha a ter quatro anos de aspirações não concretizadas, deixando para outra oportunidade a realização dos sonhos, que alimenta há tantas noites na expectativa de vir a oferecer à sua população fisionomia e ares bons para viver por não lhe faltarem na quantidade ideal e nos locais carentes as benfeitorias que sua coletividade mais necessita, não só obras urbanas como de segurança, por sinal normalmente reclamadas pelas periferias, cujas famílias, especialmente as idosas, na falta de policiamento, levantam os braços para os céus pedindo socorro. “É o destino da cidade em suas mãos”, lembra a chamada televisiva da Justiça Eleitoral no seu significativo “vota Brasil”! É a nossa opinião.

N. Serra, delegado regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado e jornalista responsável do JC. “Que pode haver mais natural e simples que a criatura humana quando sorri? Fazer rir, no entanto, é mais difícil que fazer chorar”.

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