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Jovens alertam para contratos prejudiciais

Diego Molina
| Tempo de leitura: 1 min

Enquanto planejam uma festa de sonhos, algumas turmas de universitários esbarram em situações que mais se aproximam de pesadelos. Contratos abusivos, orçamentos superfaturados e fornecedores com má-fé são alguns dos obstáculos encontrados - ou descobertos - por jovens durante a preparação de sua formatura.

A comissão da sala de Mariana (nome fictício), que planeja sua formatura para o ano que vem, teve problemas com uma empresa especializada na organização de festas. Ela conta que, mesmo após a assinatura de um contrato, a equipe passou mais de dois anos sem receber qualquer auxílio da empresa.

“Eles tinham a obrigação de nos apresentar orçamentos de fornecedores, mas não tivemos qualquer apoio durante dois anos e meio. A impressão que tivemos é que eles não conseguiam dar atenção para todas as turmas com quem tinham fechado contrato”, observa, recomendando que as comissões não fechem contratos antecipados.

“A comissão tem de trabalhar do mesmo jeito e a empresa não faz um bom uso do dinheiro, porque o investimento não retorna em benefício da sala. Uma formatura é muito trabalhosa, mas o esforço compensa”, afirma.

Já os colegas de Alexandre (nome fictício) e seus familiares souberam que haviam sido enganados apenas quando chegaram à festa. “Praticamente não havia decoração. Quando o buffet começou a servir, percebemos que os pratos e as bebidas também não estavam de acordo com o que foi pago. Foi uma decepção”, diz. Atualmente, a turma de Alexandre está processando as empresas contratadas para a festa.

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