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Educando a juventude


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Nunca é cedo demais para se estimular a juventude quanto ao gosto artístico, as colocações críticas e a responsabilidade pessoal na escolha de leituras, filmes, programas radiofônicos ou de televisão, uma vez que são os jovens os mais vulneráveis ao que observam ou acompanham ao seu redor. O que isso pode representar para eles, que em massa andam por uma diversidade de recantos? Representa, não se negue, o equilíbrio psicológico, assim como a autodisciplina que eles podem adquirir e dela servir-se para o resto de sua existência, normalmente longa. Conseqüentemente, as referências que se fazem aos enfoques de jornais, revistas, filmes e programas de rádio ou televisão têm o mérito de concorrer para uma boa educação humana, bem como, especificamente, a cultura de cada um, colaborando para a formação de sua família, notadamente de menores de idade, uma vez que, como ouvinte bem constituído, o jovem ganhará sempre condições para participar dos diálogos disseminados pelos meios de comunicação e saberá, então, ser impositor incontestável das informações que os veículos lhes transmitem. Chega-se, por isso, à verdade indesmentível de que os pais e professores precisam se colocar ao corrente das matérias divulgadas pelos veículos da comunicação em geral e que mais entusiasmo e interesse suscitam nas garotadas para que possam discutir os assuntos com o que ensinarão o seu senso crítico plenamente educativo. Aprende-se vivendo, ouvindo e olhando e existem nisso válvulas para tanto, construídas por uma série de meios influentes, costurados por mãos de inegável cidadania dos elementos válidos, considerando os genitores e mestres que um dia os meninos terão de ser também cidadãos válidos, formados em escolas de educação e civilidade e, por isso, úteis à sociedade e ao país. É a nossa opinião.

O autor, N. Serra, é o jornalista responsável do JC e delegado regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado. “Não deixes nunca de pensar, algum dia, na riqueza imensa que tens, sem nada ter para que possas dar. Quando outra coisa não tiveres, leva a tua presença, teu gesto, tua mão ou mesmo o teu olhar”!

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