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Tênis: Hewitt e Safin decidem na Austrália

Da Redação
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Melbourne - A final do Aberto da Austrália, primeiro Grand Slam do ano tem tudo para ser uma das mais quentes dos últimos anos. O título será decidido por dois ex-líderes do ranking mundial. De um lado, o australiano Lleyton Hewitt, atual número 3 do ranking de entradas e ídolo local. De outro, o russo Marat Safin, quarto no ranking e embalado depois de derrubar o atual número 1 do mundo, Roger Federer.

Além disso, o duelo servirá para desempatar a história dos confrontos entre os dois finalistas, que registra cinco vitórias para cada, desde 1999. A decisão do torneio australiano será disputada amanhã, a partir das 6h30 (de Brasília).

Hewitt conquistou a vaga na decisão ontem cedo (horário de Brasília), ao bater o norte-americano Andy Roddick, de virada, por 3 sets a 1, com parciais de 3/6, 7/6 (7/3), 7/6 (7/4) e 6/1.

Para o australiano e para a torcida local, vencer Safin terá um significado especial no ano do centenário da competição. Há 29 anos nenhum tenista da casa conquista o torneio. O último jogador do país a chegar a uma decisão foi Pat Cash, em 1988, quando perdeu a final para o sueco Mats Wilander.

As declarações de Hewitt após a vitória mostram o quanto é importante para ele esta final. “Comecei a me preparar para este torneio nove meses atrás. Trabalhei duro para chegar até aqui. Sempre afirmei que faria qualquer coisa para estar na primeira final do Aberto da Austrália e agora minha chance chegou”, declarou.

Safin também busca um título inédito, mas já disputou duas finais do torneio australiano - em 2002 perdeu para o sueco Thomas Johansson e em 2004 para Roger Federer. Além disso, ele não consegue um grande título desde o US Open de 2000.

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