Acompanho pelo JC a polêmica do uso do Ernesto Monte pela prefeitura. A justificativa é de que o município tem um gasto mensal de R$ 48 mil pelos 38 imóveis alugados.
Também é justo o argumento do senhor prefeito de que o munícipe é, muitas vezes, prejudicado quando, na maioria das ocasiões, é obrigado a usar duas repartições em locais diferentes.
Não é hora da prefeitura esquecer do Ernesto Monte e se lembrar da estação ferroviária? Milhares de metros quadrados ociosos, em completo abandono, no Centro. Uma área servida por dezenas de ônibus e que poderia abrigar dezenas de repartições.
O que impede seu uso? Não é hora de o município lutar por isso? O que aconteceu, afinal, que nos fez esquecer de lutar por essa conquista. Quem tem a resposta? Atenciosamente.
Israel Martins - RG. 2.696.056