O Hospital Estadual de Bauru (HE) Arnaldo Prado Curvêllo vai ser um centro regional de transplante de órgãos, com ênfase para a hemodiálise no tratamento de pacientes com insuficiência renal crônica. O anúncio foi feito pelo governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), durante visita à cidade ontem.
O governador esteve na cidade para renovar a assinatura do convênio anual com as organizações sociais que gerenciam os novos hospitais do Estado. Serão destinados neste ano cerca de R$ 637 milhões para custeio das 15 novas unidades estaduais. O HE terá repasse de R$ 42,5 milhões em 12 parcelas no ano.
“Começa aqui na região, em Bauru, uma grande central de transplante de órgãos, hemodiálise com tratamento de pacientes com insuficiência renal crônica com atendimento no Hospital Estadual, totalmente preparado para fazer os múltiplos transplantes de órgãos para a população”, anuncia Alckmin.
Ele participou, junto com o secretário Estadual de Saúde, Luiz Roberto Barata Barradas, e o reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Marcos Macari, da entrega do certificado de qualidade e eficiência conquistado pelo HE junto à Organização Nacional de Acreditação (ONA). O certificado de nível 1 é concedido após avaliação da estrutura física, sanitária e de capacitação profissional da unidade. Em seu discurso, Alckmin destacou que o HE está entre os 24 hospitais do país que conquistaram a certificação. “É um hospital novo, equipado com 350 leitos, totalmente gratuito pelo Sistema Único de Saúde, que é gerenciado através de professores da Unesp e presta serviços de excelência”, resume.
O diretor do HE, Emílio Curcelli, ressaltou que todas as metas de atendimento pactuadas com o Estado foram atendidas. Ele também destacou o empenho do deputado estadual Pedro Tobias (PSDB) em favor da unidade desde a fase em que as obras ficaram paradas em forma de esqueleto.
Já o deputado lembrou que o Estado investiu na modernização da rede com a conclusão de obras deixadas pelas gestões anteriores e reforçou que a Secretaria de Saúde apostou na parceria de gestão com a universidade e nos investimentos em serviços elitizados.