Jovens que pretendem participar do intercâmbio do Rotary Internacional têm até o dia 28 deste mês para se inscrever, prazo final para o processo de seleção. São 50 vagas em dois tipos de intercâmbio, o de longa e o de curta duração.
Em Bauru, as inscrições podem ser feitas na rua Rio Branco, 21-72. Para se inscrever no intercâmbio de longa duração, o interessado vai morar no país estrangeiro por um ano. “Deve ter nascido a partir de janeiro de 1989 e ter feito, no ano passado, pelo menos a 8.ª sérieâ€, ressalta o responsável pelos jovens brasileiros que estão ou vão para o Exterior, Francisco Tadeu Ferro.
O coordenador frisa que, para os jovens nascidos em 1989, é a última chance. “No ano que vem eles não poderão se inscrever. O interessado que tem 15 anos vai viajar daqui aproximadamente dois anos. O programa é aberto a toda comunidade.â€
O jovem, segundo Ferro, vai passar por processo de seleção e, durante dois anos aproximadamente, o Rotary vai prepará-lo para fazer o intercâmbio. “O objetivo é formar embaixadores de seus países. Eles viajam preparados para divulgar o seu país e criar laços de afetividade e compreensão entre os povos.â€
No programa de curta duração, o jovem fica num país hospedeiro por um período que varia de seis a oito semanas. Por este mesmo período, recebe um jovem de lá. Ele pode ter nascido a partir de 1987 e precisa ter completado pelo menos o 1.º colegialâ€, explica Ferro.
Para dirimir dúvidas sobre custos, locais possíveis de hospedagem e outras informações, os interessados e seus responsáveis poderão participar de uma reunião a ser realizada amanhã, às 19h30, no edifício Comercial, na rua Batista de Carvalho, 4-23, 15.º andar, sede do Rotary Bauru Norte. O telefone de contato é (14) 3232-2226.
Filosofia
O bom relacionamento entre os povos. Esta é a filosofia que norteia o intercâmbio de jovens. Este ano são 50 vagas para todos os continentes. Em Bauru, atualmente são seis jovens que participam do programa: um mexicano, dois australianos e uma indiana.
Tanvi Shah, 16 anos, é a indiana que está morando temporariamente em Bauru. “Eu tinha outra imagem do Brasil. Encontrei algo melhor. Lá se fala muito sobre a violência.â€
Ela diz que, embora não tenha vindo para aprender a língua, nos seus sete meses de permanência no País já fala português quase fluentemente. “Minha maior dificuldade é quanto a vestimenta. Não tenho paciência para fazer maquiagem todo dia, como as brasileirasâ€, brinca.