Tribuna do Leitor

Energia


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O racionamento de energia elétrica forçou o desenvolvimento da utilização da produção de energia solar e eólica.

Já são muitas as cidades e vilas que são abastecidas por energia solar e eólica. Escolas que usavam velas, lampiões a gás ou querosene, hoje desfrutam da energia elétrica de produção solar.

Belo Horizonte, talvez, seja a cidade que mais aproveite a energia solar para os grandes edifícios de apartamentos, gerando economia na redução da conta de luz e da taxa de condomínio.

A energia solar representa economia de petróleo, concreto, lenha e também de dinheiro no bolso daquele que paga a conta de luz.

Faltam parcerias entre o governo do Estado, prefeituras e a iniciativa privada para um desenvolvimento mais rápido e eficiente do setor.

Quantos prédios de apartamentos e conjuntos residenciais temos em Bauru (Camélias, 710 apartamentos; Flamboyant’s, 640) que já poderiam estar usando a energia solar.

Em Bauru, temos empresas administradoras de Condomínios altamente capacitadas (Consiste, Chedalgus, Fornazari, Habitar e outras), que poderiam desenvolver estudos para utilização da energia solar nos prédios que administram.

Os prédios novos já deveriam vir com equipamentos de produção de energia solar, uma vez que já estão comprovadas suas vantagens.

O governo federal e a Petrobras estão desenvolvendo o uso do biodiesel. Com certeza, vai gerar economia, ampliar a independência do petróleo e criar mais empregos.

Blasco Peres Rego - OAB 17461

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