É de fato corrente que no Brasil em que vivemos todos sabemos que o racismo já existe há muito tempo. Existem várias maneiras de saber quando uma pessoa está agindo de má-fé contra o negro; sobre este assunto que explodiu no “país do futebol”. O caso do jogador Grafite, ao ser chamado pelo atleta da argentina Desábato de “negro e macaco”. Isso já vem ocorrendo há vários jogos na Libertadores da América, principal campeonato no Mercosul.
Mas isso é apenas uma ponta do iceberg. Em nosso País só existem lei para três “pês”: “preto, pobre e p...”. O negro no Brasil é tão fichado que quando compra um carro novo se diz: “Ihh, esse carro ou é roubado ou é do tráfico”, além de ser parado e revistado várias vezes pela polícia. Menciona-se, além disso, o fato que na teledramaturgia o negro nunca ocupa cargos bons. Ou é empregado, escravo, ladrão. Até hoje só vi um ser médico, mas papel principal é difícil.
É indispensável dizer que nas cadeias a maioria é negro, nos orfanatos é sempre o “negrinho” que sobra. Por exemplo, uma criança de olhos azuis e loira e uma criança da cor negra: quem irá ser escolhida? Bem, nem precisa dizer! A sociedade brasileira, aos poucos, em passos paquidérmicos, está se conscientizando que a raça negra não é apenas uma praga na civilização. Nos EUA, onde o racismo é forte, são os negros que na maioria trazem medalhas de ouro em seu peito, sempre com garra e espírito esportivo. Dessa forma, podemos afirmar que a sociedade, aos poucos, está aceitando essa raça tão extraordinária e merecida, uma maneira de olhar diferente, e não com uma praga no mundo!
Wilton Paladini - RG: 27.192.444-5