Com o objetivo de melhorar a qualidade da alimentação dos alunos da rede municipal de educação e orientar sobre alimentação saudável, o Projeto Merenda deu seu primeiro passo ontem (sexta-feira), na Escola de Educação Infantil Integrada (Emeii) Aida Tibiriçá Borro, na Vila Cardia.
Os 86 alunos, com idades entre 6 meses e 6 anos, passaram por avaliação antropométrica, ou seja, foram verificadas as medidas encefálicas, de altura e peso. A análise foi realizada por alunos da Universidade do Sagrado Coração (USC), instituição parceira da Secretaria Municipal da Educação no projeto.
Os dados serão tabulados e determinarão o desenvolvimento físico da criança, de acordo com a idade, peso e nível de nutrição, informa a assessoria de imprensa da prefeitura. O resultado balizará a elaboração do cardápio da unidade. A idéia é que ele seja capaz de suprir, da melhor maneira, as necessidades nutricionais dos alunos.
Numa próxima etapa, os estudantes do último ano do curso de nutrição (que trabalham com a supervisão de professores) também conhecerão as instalações do refeitório, além dos locais de armazenamento e manipulação dos alimentos. A atividade é realizada sempre às sextas-feiras.
Além da Emeii Aida Tibiriçá, outras unidades escolares participarão do projeto, sendo que a prioridade inicial é para as escolas com ensino infantil integrado (Emeiis), por receberem alunos em período integral.
A parceria entre Prefeitura e Universidade foi firmada no início deste ano. O projeto também inclui capacitação de profissionais da merenda e treinamento nos locais de trabalho, além de orientação para os pais e alunos sobre alimentação.
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Seminário
A nutricionista Cláudia Alcântara, da Secretaria Municipal da Educação, participou nesta semana do Seminário de Alimentação Escolar, realizado pelo Instituto Tecnológico de Alimentos, em Campinas.
O evento abordou a educação nutricional nas escolas envolvendo toda a comunidade: pais, alunos, professores e funcionários.
Dentre as palestras, Cláudia destaca a que alertou sobre o consumo exagerado dos suplementos vitamínicos, contidos nos alimentos industrializados.
A nutricionista explica que, atualmente, muitos produtos têm reforços de vitaminas. Em alta concentração no organismo, elas podem causar danos a órgãos e tecidos a longo prazo.
O consumo deve ser moderado e, se possível, com atenção aos dados contidos nos rótulos de acordo com o indicado para a idade de quem consome, conclui a assessoria de imprensa da prefeitura.