Mitomania, histeria coletiva, ilusão de ótica, sensacionalismo, misticismo, mercantilismo, alucinações provocadas pelo uso de certos medicamentos, mistificação, etc. Estes ingredientes representam 80% dos casos analisados pela pesquisa ufológica levada a sério. Mas ainda restam 20% onde o ufólogo vai encontrar evidências físicas da existência dos famigerados UFOs.
No dia 20/5/2005, em Brasília, o brigadeiro-do-ar Antônio Guilherme Telles Ribeiro, por determinação expressa do comando da Aeronáutica, permitiu aos ufólogos o acesso irrestrito aos arquivos confidenciais da FAB. Foram lidos relatórios de experientes pilotos civis e militares que jamais confundiriam, por exemplo, o planeta Vênus ou um balão meteorológico com um UFO. Radares registrando tais objetos a velocidades incríveis.
O Brasil insere seu nome na exígua lista de Estados que receberam de braços abertos os ufólogos, franqueando seus documentos ultraconfidenciais: França (1976), China (1979), URSS (1979), Uruguai (1979), Bélgica (1986), Itália (1995), Vaticano (1996), Chile (1997), Peru (1998), Espanha (2001), México (2004) e Brasil (2005). É o reconhecimento paulatino da ufologia. Nos Estados Unidos, já há cursos universitários formando ufólogos.
Renomados astrofísicos chegaram à conclusão que, através da espectrografia, praticamente todos os planetas do universo possuem: hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, carbono e aminoácidos. Elementos imprescindíveis para a formação de vida. No entanto, em Marte, por exemplo, a vida humana seria difícil, porque ele possui uma atmosfera atual muito tóxica: 95% de dióxido de carbono, 0,7% de oxigênio, 1,6% de argônio e 2,7% de nitrogênio.
Mas a própria Terra, há 4 bilhões de anos, se analisada espectroscopicamente, seria dada definitivamente como imprópria para a vida. Há 3,5 bilhões de anos, ocorreu um processo bioquímico gerador de vida. O universo está em eterna ebulição. Estrelas morrem (explodem), estrelas nascem aqui e ali. A Terra faz parte de uma galáxia chamada Via Láctea. Existem, aproximadamente, cerca de 10 bilhões de galáxias. Se em cada galáxia houver apenas um planeta com vida...
Gilberto Sidney Vieira - professor - RG 3.476.358