O que nos prende ao passado é o que foi uma energia positiva ou negativa. Viver em baixo de memórias felizes, póstumas, depressivas, alegres é uma vaidade cultivada pelo nosso “Eu”.
Nosso presente é um realismo difícil, guerras, corrupção, desaforos, fome. Para que possamos viver uma vida baseada em uma frase: “carpe diem”, nós precisamos nos desalgemar do que nos fazia lembrar do passado. Como na música de Renato Russo diz: “Quem acredita, sempre alcança”, podemos observar que a nossa capacidade de enfrentarmos as diárias balelas, vai além da nossa auto-estima. Cientificamente provado, não devemos, por termos de saúde, termos apenas uma refeição ao dia, pelo contrário, o que comemos, temos em nosso corpo guardado, mas o que estamos comendo é diferente do comido.
Não seriam assim nossas vidas? Não a poderíamos classificar como o alimento? Bem, muito bom é comer, ou seja, sonhar, mais pouco para nós, o necessário, malhar, ou seja, não viver de sonho, viver a prosperidade que Deus nos dá. Estar lembrando do seu passado, não é um malefício, é bom até, em termos, digo, quando pegamos do passado, boas coisas para de novo fazer, mais quando, pegamos o passado como consolação de uma vida má que está passando, e comparar como tu eras bom.
Nós precisamos largar do passado, para, com realidade, viver o presente, e com realidade, encarar os fatos com a convicção de que acabara, tu, saindo vitorioso pelas provações. De repletas conquistas ou derrotas no passado, é que se deve fazer o cinza de nossa mente, ou seja, devemos enterrar o passado e viver a luta, pois viver no futuro, não nos pertence, mas só a Deus pertence.
Tirar o leite da rocha é humanamente impossível, leite: passado, rocha: presente, mas se psicologicamente acreditarmos em que seremos uma tropa de vitoriosos, nós poderemos vencer, vencer e vencer.Tudo bem, admitamos, não é fácil viver pacificamente nesse mundo, com os malefícios ocorridos, nem mesmo viver pensando em, que depois de um “ruim”, vem um “bom”, como o presente é nós mesmos que fazemos temos que tentar enxergar com olhos de águia, olhar a recompensa após um esforço exigido pelo nosso inconsciente.
Abrir, fechar, bater portas, sempre será ocorrido em nossas vidas, nem sempre, receberemos o sim ou o não, tenhamos o espera. Uma flor quando já adulta, não pensa e tenta ser como antes, mais perfumada e charmosa, mais pensa em sobreviver. Recriemos a vida, tornemos a flor, uma sobrevivente criatura da metamorfose.
Para que possamos viver o presente, e não o passado, só o Amor a Deus, nos é capaz de aliviar o medo do porvir, pois na Bíblia, diz que : “O perfeito Amor lança fora todo medo, Deus é Amor”, e também; “Eis que tudo o que ara velho se fez novo”. Tenhamos olhos de águia, olhando para a vitória, e não a provação.
Stéfanno Mastroianni Moraes - RG: 47.747.840-2