Preparadas para 2006, as torcedoras corintianas Roberta Mayumi da Silva, Maria Cristina de Araújo Monteiro, e Paula Medina, pretendem assistir ao vivo os jogos da Copa do Mundo. “Todos os anos a gente se reúne para assistir a Copa. As mulheres que organizam tudo: roupas, bandeirinhas e até o churrasco. A gente torce, grita e até xinga o juizâ€, recorda Cristina.
O grupo se reúne com freqüência e sempre que possível vão conferir os jogos do Timão em São Paulo. “Eu gosto muito e também choro. Quando o Cafu levantou a taça, eu desandei a chorar de emoçãoâ€, recorda Roberta, da última Copa. Professora de inglês, ela adora brincar com os alunos e falar sobre futebol. “Eles acham ótimo conversar com uma ‘teacher’ que entende de jogo. Tem muita mulher que nem sabe o que é um pênalti.â€
Roberta também compartilha o interesse por futebol com o marido, que é são-paulino. “Mas minha influência foi meu pai mesmo. Em casa, todos torcem desde a infância.†Mas ela confessa que não é só o futebol-arte que atrai a mulherada. “Olhar as pernas dos jogadores em campo também é muito bomâ€, brinca.
Já a amiga e professora de inglês Paula Medina ficou um tempo sem acompanhar seu time do coração para torcer no campeonato inglês. “Retornei este ano da Inglaterra e não assistir (a Copa) com as minhas amigas, que são fanáticas. Curti muito o campeonato inglês. Meu namorado é fanático. Agora que voltei estou superanimada para assistir os jogosâ€, diz Paula.
O trio está centralizando esforços para conferir ao vivo os jogos de 2006. “Eu sou guia internacional e estou montando um grupo. Será a minha primeira Copaâ€, acrescenta Cristina. “Queremos pegar os jogos finais, mas ainda não definimos roteiroâ€, diz Roberta. Paula também está animada, só vai ter que torcer também pela Inglaterra. “Agora se der na final Brasil e Inglaterra, é claro que eu sou Brasil!â€, enfatiza.