Reascende (ou reacende?) em Bauru a idéia sobre a simplificação da nossa ortografia. Acho difícil os outros países lusófonos aceitarem uma reforma ortográfica radical. Que tenha por finalidade apenas pau tar a escrita só pela pronúncia. Para se ter uma idéia da magnitude da questão ortográfica, basta citar que a Editora Nova Fronteira publicou, em 1984, o “Vocabulário Ortográfico Nova Fronteira da Língua Portuguesaâ€, de autoria de Antônio Geraldo da Cunha e seus seis assistentes. O “livrãoâ€, que abriga mais de cem mil vocábulos, contém nada menos do que 890 páginas compactas e mostra a grafia correta das palavras, inclusive com a partição silábica.
PS - Na verdade, seria muito cômodo se a gente pudesse escrever sem ter a obrigação de observar regras de uma ortografia oficial! (Omar Barreto - RG 5.663.388-9)