Regional

Cidade tem infra-estrutura vulnerável


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Itapuí – Se a implantação de uma subestação de energia elétrica põe fim a um gargalo no desenvolvimento de Itapuí, em outros aspectos a infra-estrutura da cidade perde longe para o porte das empresas instaladas no município. Como justificativa às dificuldades no primeiro ano de mandato, o prefeito Gilberto Saggioro (PPS) enumera obras inacabadas. Para exemplificar o descaso com dinheiro público, ele cita a Emei Tia Marucha, iniciada há sete anos e só agora finalizada. Concluída sim, porém imprópria para abrigar turmas do ensino infantil do município. A atual administração reavaliou o projeto e vetou o prédio como escola devido à proximidade com um frigorífico. “Um erro de planejamento, porque uma criança não suportaria ficar quatro horas estudando com o mau cheiro”, salienta. No lugar do prédio escolar, o imóvel é usado para atividades, como cursos de bordado e crochê. O imóvel também abriga a cozinha piloto da prefeitura, onde são preparadas 2.800 refeições diárias para alunos das escolas municipais e estaduais. A administração adotou no setor de educação o sistema de ensino Anglo para cerca de 500 estudantes da pré-escola, com idade de 3 a 6 anos.

Problema de infra-estrutura básica também enfrenta a população do bairro Mar Azul. “É um absurdo o que fizeram naquele lugar”, constata o prefeito. Porém, os problemas começam a ser minimizados a partir de janeiro com a instalação de um quilômetro e meio de rede de esgoto nas ruas do bairro. Conforme Saggioro, a obra consumirá R$ 130 mil do governo estadual e R$ 20 mil de contrapartida da administração municipal.

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