Na cidade, praia de Ponta Verde é um nome para decorar. Tudo acontece ali. É onde nasce a lua cheia, onde fica o “calçadão” que atrai os esportistas que vão caminhar, correr, andar de bicicleta, ou aqueles que vão simplesmente para ver e serem vistos a qualquer hora do dia, especialmente no final da tarde.
A cada meia dúzia de passos encontra-se um vendedor de água de coco por R$ 1,00. E a cada passo, um bar.
Lá pelo meio da praia concentram-se as barracas com as mulheres fazendo tapiocas. A original é recheada de coco e come-se com café.
Mas os turistas ampliaram o menu. Já tem tapioca com queijo de coalho, banana, presunto e queijo, doce de leite, goiabada, uma dezena de tipos e de refrigerantes variados para acompanhar o gosto estrangeiro.
A massa da boa tapioca é fininha e uma das melhores é a da barraca que fica ao lado do bar e restaurante Lampião, o lugar certo para quem quer aprender a dançar forró.
A praia de Ponta Verde é o bairro nobre, onde ficam os melhores hotéis: o Meliá, o Maceió Mar Hotel, o Ponta Verde e lá no final da praia o famoso Hotel Jatiúca e na frente, o Ritz Lagoa da Anta, novinho.
Quase divisa com Cruz das Almas, onde fica o Matsubara.
Daí em diante, seguem-se as praias do litoral Norte: Jacarecica, Guaxuma, Garça Torta, Riacho Doce, Sereia, Ipioca, Paripueira, Barra do Santo Antônio, Sonho Verde, até Maragogi.
Seguindo da Ponta Verde em direção ao centro e ao litoral Sul, chega-se na vizinha praia de Pajuçara, onde aportam o maior número de pescadores. Mas as duas praias têm balanças – nome dado ao posto de chegada das jangadas e de venda de peixes e camarões.