Chega-se ao Pelourinho, na Cidade Alta, através do Elevador Lacerda ou subindo as ladeiras rumo ao Centro Histórico, de carro, ônibus ou van. Muito antes de ser o que é hoje, o Pleourinho abrigou as tristes colunas onde os negros eram duramente castigados na época da escravidão, uma das vergonhas nacionais.
Atualmente, abriga mais de 800 casarões restaurados ou em processo de restauração, datados e com todas as características dos séculos 17 ao 19. Suas ruas estreitas, de pedra, e as famosas ladeiras, encantam os visitantes.
Dentro dos casarões e mesmo nas ruas ecoam os mais diversos sons, incluindo batucada, rodas de capoeira e os ensaios dos blocos e grupos que se apresentarão durante os dias de folia.
À noite, o Pelô é uma festa, com restaurantes oferecendo os melhores quitutes baianos e música ao vivo. Oferece ainda uma infinidade de lojas onde pode-se, a exemplo do Mercado Modelo, comprar artesanato, de primeira.
Para os estrangeiros ou mesmo brasileiros a fim de gastar, o Pelourinho oferece joalherias nota dez, como a Simon Jóias, na praça Anchieta, que encanta pelos trabalhos com pedras brasileiras, alguns deles imitando o artesanato dos escravos.
É no Pelourinho que também ficam outros cartões-postais da cidade, como o Convento São Francisco, do século 18, época de abundância de ouro e de predomínio do barroco no País, igrejas centenárias como a de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e hotéis de charme como o recém inaugurado do grupo Pousadas.
Passar uma tarde em Itapoã
Praia é o que não falta em Salvador. Escolher é que é o difícil. Os turistas podem ficar nas urbanas, que conheçam pela Barra, Ondina, Mar Vermelho e vão até Itapoã, ou ir além, onde a tranqüilidade é total.
Todas perfeitas para férias agradáveis, sem estresse e para quem aguarda a batucada começar. Com axé!