Para o vereador, o êxodo dos jovens cafelandenses acontece em função da falta de empregos. “O jovem estuda e sai fora, tem mais cafelandense fora do que na sua terra.”
De acordo com ele, o município chegou a ter quase 50 mil habitantes. “Temos 19 mil habitantes hoje. Regredimos demais. Caímos, estamos tentando nos levantar.”
A Câmara Municipal, opina o vereador, tem dado todo o apoio ao prefeito Orivaldo Gazoto (PT) para ele governar. “Acreditamos que é a única forma de fazer com que a cidade se desenvolva. Nós nos unimos para pensar no crescimento.”
Embora engatinhando no setor industrial, Cafelândia tenta sair do marasmo. “Uma fábrica de jeans que tem filial aqui, está sendo ampliada. A Câmara aprovou a doação do terreno e a terraplanagem feita pela prefeitura. A empresa deve gerar 300 empregos.”
Outro segmento que deve ser explorado, na opinião do vereador, o turismo. “Vamos explorar o templo budista, temos um tesouro na mão, falta infra-estrutura. Não podemos ficar na dependência de Lins e Bauru. Precisamos pensar 10 anos à frente.”