Por mais incrível e incoerente que possa ser este tipo de desvio, pode também começar com o evangélico, que tenha o seu pastor,como o senhor de sua vida, e o seu salmo 23.1 é invertido: “O pastor é o seu senhor, e tudo te poderá faltar.”
O outro maior grupo religioso, que são os muçulmanos, está cometendo barbáries, agora, por se acharem ofendidos pela caricatura dinamarquesa em relação ao seu ultravenerado, o falecido profeta Maomé. Também outras jovens morreram, em mais de uma ocasião, por causa de seus ídolos-artistas. Este sentimento de extrema devoção às coisas, às pessoas vivas ou não, e aos santos e artistas costuma resultar em sérias conseqüências e também gera ódio e intolerância contra as outras pessoas que não comungam da mesma adoração. E este tipo de crença danosa, nunca é para com o único Deus-criador, que é bem expressivo (claríssimo) em Êxodo 20, 2 a 6: “Eu sou o senhor teu Deus... não terás outros deuses diante de mim, não farás para ti imagem de escultura... não te encurvarás a elas... porque eu sou o senhor teu Deus, sou deus zeloso... e faço misericórdia em milhares que me amam e guardam os meus mandamentos.”
Qualquer pastor, padres, bispos e outros líderes cristãos são sabedores de que é impossível servir a dois senhores, como afirmou Jesus, embora que afirmem não ser bem assim, para não perderem ou afastarem as pessoas que conservam em si mesmas essa tendência natural humana em adorar coisas e pessoas (vejam sobre os povos bárbaros).
Hoje, todos deveriam saber que qualquer personagem de boa índole (boa moral) não aceita venerações de forma alguma, nem mesmo os anjos de Deus aceitam tais coisas, mas... os de péssima índole, não somente aceitam tais e ainda exigem votos, oferendas e promessas, além da devoção.
Mas somente para com o senhor Deus, nosso pai, temos toda a liberdade para o adorar e servi-lo, se quisermos ou não... em Cristo Jesus. Grato! (Carlos Roberto dos Santos - RG 43.681.098)