Quando o filho é vítima
Tente conversar com o filho sobre o assunto.
Caso ele confirme a suspeita, procure o professor ou a direção da escola para ajudarem a solucionar o problema.
Não exija dele o que ele não se sinta capaz de realizar.
Não o culpe pelo que está acontecendo.
Elogie sua atitude de relatar o que o está atormentando.
Quando o filho é autor
Saiba que ele está precisando de ajuda.
Não tente ignorar a situação, nem procure fazer de conta que está tudo bem.
Procure manter a calma e controlar sua própria agressividade ao falar com ele.
Mostre que a violência deve ser sempre evitada.
Não o agrida ou intimide; isso só iria tornar a situação ainda pior.
Mostre que sabe o que está acontecendo e não aprova esse comportamento, mas procure demonstrar que o ama.
Converse com ele. Procure saber por que está agindo assim e o que poderia ser feito para ajudá-lo.
Com o consentimento dele, entre em contato com a escola; converse com professores, funcionários e amigos que possam ajudá-lo a compreender a situação.
Dê orientações e limites firmes, capazes de ajudá-lo a controlar seu comportamento.
Encoraje-o a pedir desculpas ao colega que ele agrediu.
Tente descobrir alguma coisa positiva em que ele se destaque e que venha a melhorar sua auto-estima.
Fonte: Associação Brasileira de Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) www.bullying.com.br