A mancha vermelha no carpete do carro de Rodrigo Padilha, as roupas que foram lavadas e outros indícios levaram a Polícia Civil a pedir a prisão temporária dos dois acusados pela morte de Rafael Padilha. Rodrigo e Ilvis Willian Silva Velasco negam o assassinato, mas vão ficar presos temporariamente.
O delegado encarregado do caso, Silberto Martins Sevilha, titular da DIG, vai pedir o exame da mancha vermelha encontrada no carro para apurar se realmente é sangue e se pertencia a Rafael. Ilvis, o único que concordou em falar, disse que não estava entendendo nada. “Eu vim aqui para acompanhar a família e acabei preso”, disse à reportagem.
Ele apresentava ferimentos recentes em uma das mãos e em uma perna, que podem ser relacionados com a morte de Rafael. “Eu só fiquei na Pousada. Saí apenas para buscar um cachorro na casa de meu pai, no Gasparini”, argumenta.