A todo o momento surgem propostas de se cobrar mais alguma taxa do contribuinte. Coisa pouca, pensam os autores da idéia. Baratinho! Não é nada perto do benefício que vai trazer no futuro. Dá para economizar cortando dois refrigerantes ou um salgado e um café na lanchonete. Ai, ai, ai! Que bom se a vida fosse assim, cor-de-rosa para todos! Pelas estatísticas divulgadas neste mesmo jornal, no ano passado, a maioria das famílias em nossa cidade tem renda pequena. Para essas famílias, um pouquinho de dinheiro pode representar o arroz de toda uma semana, a abobrinha da segunda, o pãozinho da terça, o ovo da quarta e assim por diante. Ninguém deveria ter que escolher entre pagar alguma taxa ou comer. Nessas situações, o barato é muito caro.
Elizabeth Mattiazzo - RG 4.870.982-7