Cultura

‘Cry Wolf’ abusa dos clichês do terror em história de boatos

Da Redação
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O roteiro do longa “Cry Wolf – O Jogo da Mentira” foi o vencedor de um concurso promovido pela montadora Chrysler, em parceria com a Universal, para premiar uma boa idéia para um filme. O estreante Jeff Wadlow ganhou com o texto “Living the Lie”, mas o resultado da idéia em filme indica que a concorrência deve ter sido muito fraca.

Como roteiro mais criativo em um concurso, “Cry Wolf” é um amontoado da mesmice de todos os filmes de terror adolescente.

Na história, um grupo de amigos de um colégio interno – aquela turma com quem você não gostaria de andar – inventa um novo joguinho depois que uma menina é assassinada na cidade. Eles espalham um boato pela Internet de que há um serial killer na região, conhecido como “O Lobo”, e descrevem o assassino em detalhes. A brincadeira, obviamente, vira realidade e todos vão se perguntar se a mentira virou verdade ou se há um maníaco entre os estudantes.

Com um plano supostamente inteligente no roteiro – na verdade, mais uma obviedade, se pensada com mais de quatro neurônios –, o diretor realmente parece acreditar na força da história que tem nas mãos. Assim, ele desenterra um clichê depois do outro e só deixa de fora mesmo o sexo – tão “importante” em histórias de terror adolescente. É um filme quase esperto. E tem Jon Bon Jovi. Então é um filme um pouco menos que quase esperto.

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