Venho pela presente demonstrar minha indignação pelo fechamento arbitrário da fábrica de bateria na Vila Industrial. Não a conheço, nem tampouco o seu proprietário, mas lacrar a porta de uma empresa é caso sério. Nossa cidade capenga de empregos e vem um fiscal municipal, lacra a porta de uma indústria, que por trinta dias não pode funcionar.
Este caso me lembra daquela escola na Capital, que fiscais e policiais fecharam por denúncia de pornografia perante os seus alunos, lembra-se? Os proprietários da escola venceram a demanda, provando que nada disso acontecia naquele estabelecimento escolar, ganharam uma indenização do Estado no valor de R$100.000,00 (cem mil reais), e a proprietária da escola uma depressão incurável, até dois anos atrás.
Então, prefeito, puxe a orelha desse árbitro arbitrário, dando exemplo aos demais, pois não se encerra uma empresa de uma hora para outra.
José Martinho Teixeira da Silva - RG 6.571.325-4