Politicando

Costela no ‘Rachid’


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Uma conhecida lanchonete de Bauru, na Vila Falcão, convidou o conhecido vendedor de CD genérico, o Jayminho, para preparar uma costelada para os clientes da casa.

O amigo foi na véspera, iniciou o preparo da encomenda e, no dia seguinte, logo às seis horas da madrugada, acendeu a churrasqueira e iniciou o trabalho de assar a carne que seria comercializada à razão de $ 10,00 por pessoa, sem limite de quantidade individualmente. No início da noite, extenuado, tomou uma cerveja e perguntou ao Paulo Roberto, proprietário da lanchonete:

- Quanto devo?

- Bebeu pouco hoje, hein? Só três skol?

- Não deu tempo! Quanto devo?

- $ 17,50.

- $ 17,50?

- Três cerva e sua parte no “racha” da costela!

- Então... passa meu troco.

- Troco?

- Sim... minha mão de obra é $ 100,00!

- Ô louco!

- Ô louco é ficar na churrasqueira o dia todo e ter que pagar minha parte! Moral da história: O mão de vaca não pagou e o Jayminho nunca mais assou costela naquela casa de venda de produtos etílicos.

Antonio Pedroso Júnior

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