Maria Amélia Campos, 35 anos, e o vigilante André Luiz da Silva, 29 anos, apontado como os pais do bebê encontrado dentro da bolsa, foram presos em flagrante por tentativa de aborto provocado por terceiros com o consentimento da gestante. Delza Aparecida da Silva, acusada de ter ajudado a provocar o aborto, também foi presa pelo crime.
As mulheres foram encaminhadas para o Presídio Feminino de Cabrália Paulista enquanto Silva foi recolhido na cadeia de Avaí. Os três podem ser condenados a uma pena que varia de um a quatro anos de reclusão.
A mãe já foi ouvida na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde contou que não chegou a ver o bebê e que foi informada que ele estava morto. A mulher acusada de ter ajudado no crime ainda não foi ouvida.
Em seu depoimento, o pai alegou que o aborto foi uma decisão conjunta dele com Maria Amélia. Na versão de Maria Amélia, ele pressionou para que ela tomasse os remédios.