Tribuna do Leitor

As críticas continuam


| Tempo de leitura: 1 min

Já pedi ao redator desta Tribuna que crie um pequeno espaço na Tribuna do Leitor das terças-feiras para críticas de conscientização. É de se considerar oportunas as críticas mencionadas nesta Tribuna, notando-se o interesse de missivistas Ana Sônia, Adilson Motta, Kleber Valderey, e José de Almeida Neto.

Realmente, há desrespeito aos animais, fazendo-lhes correr morro acima com calor intenso, sem lhes dar água, cabeção ofendendo, freios sem barbelas e outros, fato que ocorre até entre cavalarianos policiais que usam freios inadequados em seus animais.

Como domador de animais que fui quando jovem, conheço esses problemas porque, no passado, nossos avós nos ensinavam como adestrar os inocentes sem ofendê-los.

Tenho provas concretas. Um dia, no bairro Ouro Verde, um menino montava em um animal e o mesmo levantou a cabeça e, desesperado, quase trombou com o meu carro. Parei, fui verificar a razão e notei que o freio estava sem a barbela que significa que, ao puxar as rédeas, o freio vira o bocal, atinge o céu da boca do animal, ofendendo-lhe, ocasionando-lhe o desespero pela dor que sofre.

Em outra ocasião, subia a avenida Castelo Branco e um carroceiro estava dando pauladas no animal e várias pessoas apreciando e achando engraçado. O animal estava tão cansado que recebia as pancadas tão inerte que parecia estar sem vida.

Parei, disse ao agressor que se desse mais uma paulada no animal, chamaria a polícia.

É de se notar que animal é um vivente e precisa ser tratado com o devido respeito. Ele não sabe falar e cabe ao ser humano tratá-lo com o devido respeito. Não é multa que resolve certos problemas e sim a educação.

Carlos Sandrin - advogado

Comentários

Comentários