As cataratas foram descobertas no século 16 e o parque, fundado há 73 anos, em 1939, por Alberto Santos Dumond, que tem estátua no local.
A maravilhosa descoberta se deu em 1542, quando o navegador espanhol Alvar Núñes Cabeza de Vaca descia o Rio Iguaçu em busca de uma rota para chegar em Assunción, Paraguai.
Desbravador destemido, tremeu ao perceber o que lhe aguardava metros abaixo. Apavorado com o tamanho das cataratas berrou: “Santa Maria, que beleza!”.
Nossa Senhora o livrou do pior e assim o espanhol entrou para a história como o primeiro homem a se banhar e beber naquelas águas.
Só Nossa Senhora para explicar como o Vaca não sucumbiu a tanta água.
A catarata mais famosa das 275 citadas pelos guias e que poderia ter engolido o espanhol é chamada de Garganta do Diabo. Mete medo com seus mais de 80 metros e formato de ferradura.
Para conhecê-la e as demais 274 citadas pelos guias dependendo da vazão do Rio Iguaçu, é só pagar o ingresso para adentrar ao parque. Apesar de público, há uma taxa para conservação.
Depois de passar por cotias, pássaros e outras espécies da fauna brasileira e admirar a beleza da flora tropical, o visitante percorre a trilha das cataratas. Uma caminhada de 1.200 metros aproximadamente que dá direito ao paraíso.
No caso, a vista total das quedas, alternadas por vários mirantes de contemplação, com segurança testada.
A trilha termina justamente com uma passarela avançando sobre o rio até o salto mais famoso, a Garganta do Diabo, literalmente de tirar o fôlego.